Qual a importância dos multivitamínicos nas várias fases da vida?
Somos o que comemos – já dizia Hipócrates, o pai da Medicina – mas nem sempre o que comemos é o ideal para a nossa saúde. Neste artigo explicamos por que motivo deve apostar num suplemento alimentar ajustado às suas necessidades.
Os suplementos alimentares são géneros alimentícios que se destinam a complementar ou suplementar o regime alimentar normal. Nesse sentido, nenhum multivitamínico substitui uma alimentação equilibrada, nem o exercício físico regular, dois pilares fundamentais da saúde e bem-estar.
Alguns assumem um importante papel perante os desafios do dia a dia, uma vez que são fontes concentradas de nutrientes e vitaminas essenciais às necessidades diárias das várias faixas etárias – infância, adolescência, idade adulta, meia-idade e terceira idade.
Todos sabemos que os desafios do quotidiano nos impedem de ter uma alimentação exemplar todos os dias; de obter um sono reparador; e de fazer desporto de forma regular. Logo, carências a esses níveis terão implicações no bem-estar físico e intelectual. De facto, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Direção-Geral da Saúde (OMS) apontam para uma fraca adesão dos portugueses a uma alimentação rica em vitaminas e minerais, sobretudo devido ao baixo consumo de frutas e legumes.
O aporte de suplementos multivitamínicos surge assim como um complemento à saúde física e mental, para evitar carências nutricionais nocivas para a saúde nas várias fases da vida.
“As consequências das deficiências de vitaminas e minerais levam frequentemente ao aumento da fadiga e sintomas de exaustão, desregulação hormonal, défice de atenção e cansaço mental e até ao comprometimento do crescimento em crianças”, alerta a nutricionista Sofia Tomás.
Por outro lado, cada etapa da vida tem exigências próprias. Com o agitado ritmo de vida de hoje em dia, não é fácil manter os níveis de energia essenciais ao bom desempenho das tarefas. Em alturas de maior exigência, é recomendando que se adotem cuidados específicos para dar resposta às necessidades do organismo.
“Por mais cuidada que seja a alimentação há sempre o risco de não estarmos a dar os nutrientes que o nosso organismo precisa”, explica a nutricionista.
Cada idade tem necessidades específicas
Cada idade tem carências concretas de nutrientes, ou seja, uma criança – cujo bom desenvolvimento precisa de ser assegurado – não precisa exatamente das mesmas vitaminas e minerais que um adulto. Na idade adulta e na terceira idade também é fundamental ajustar a alimentação e a suplementação com multivitamínicos de acordo com as características de cada pessoa e etapa da vida.
“Uma criança ou um adolescente não tem as mesmas necessidades de um idoso, assim como as necessidades dos homens são diferentes das necessidades específicas das mulheres. Este conhecimento e esta especificidade permitiu adequar os multivitamínicos por forma a tirar o máximo partido dos seus benefícios”, indica a nutricionista Sofia Tomás.
Uma vitamina muito importante para o desenvolvimento das crianças é a vitamina D, que é basilar no crescimento e desenvolvimento normal dos ossos da população pediátrica. Apesar de ser em grande parte absorvida através da exposição moderada ao sol, esta vitamina está também presente em peixes gordos – como sardinha, atum ou salmão – ou laticínios.
Nos adolescentes, as necessidades nutricionais passam pelo aporte de nutrientes que estimulem a memória e concentração, assim como o fornecimento de energia, pelo que a aposta na vitamina B12 é uma boa sugestão, uma vez que contribui para a redução do cansaço e fadiga.

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